quarta-feira, 29 de junho de 2011
terça-feira, 28 de junho de 2011
DESENHO DE ESCADAS
Arquivo contendo medidas, fórmulas e representações de escadas, no projeto arquitetônico.
SERVIDOR: SHAREX
Lampada fabricada a mão está acesa mais de 100 anos
Uma lâmpada em uma central de bombeiros na Califórnia está acesa há 110 anos e ninguém sabe como ou por que ela ainda não parou de funcionar.
A lâmpada foi acesa em 1901 na cidade de Livermore, norte da Califórnia e foi apagada apenas por alguns cortes de energia e a mudança de prédio dos bombeiros em 1976.
A lâmpada famosa e misteriosa tem até um comitê formado em seu centenário. O presidente é o chefe de divisão dos bombeiros aposentado, Lynn Owens.
"Ninguém sabe como é possível uma lâmpada funcionar por tanto tempo", disse Owens.
Ele acrescenta que a corrente baixa que alimenta a lâmpada de 60 watts pode ter prolongado sua vida, mas ninguém descobriu porque ela continua brilhando. E Owens afirma que cientistas de todos os Estados Unidos já foram ver a lâmpada.
A lâmpada entrou para o livro Guinness World Record e já virou atração turística de Livermore.
Fabricada a mão
"A lâmpada foi criada por um inventor chamado Adolphe Chaillet, que foi convidado pelo governo do Estado de Ohio para fundar uma fábrica de lâmpadas no século dezenove. Ele aceitou o convite e criou uma lâmpada especial", um presente para os bombeiros, afirmou Steve Bunn, que faz parte do comitê do centenário.
Bunn disse que, no começo pensou que a lâmpada centenária era um objeto comum, mas depois descobriu que ela custou muito mais do que as outras e sua fabricação, à mão, deu muito mais trabalho.
E a lâmpada famosa já demonstra isto na aparência de seus filamentos.
"A primeira coisa que fiz quando olhei para cima foi notar que o filamento escrevia a palavra 'no' (não, em inglês). Mas, então, olhei de outro jeito e vi que de fato ela dizia 'on', (ligada em inglês)", conta Steve Bunn.
Os 110 anos da lâmpada dos bombeiros de Livermore são comemorados em junho.
Fonte: http://www.inovacaotecnologica.com.br/noticias/noticia.php?artigo=lampada-fabricada-mao&id=030175110616&ebol=sim
A lâmpada foi acesa em 1901 na cidade de Livermore, norte da Califórnia e foi apagada apenas por alguns cortes de energia e a mudança de prédio dos bombeiros em 1976.
A lâmpada famosa e misteriosa tem até um comitê formado em seu centenário. O presidente é o chefe de divisão dos bombeiros aposentado, Lynn Owens.
"Ninguém sabe como é possível uma lâmpada funcionar por tanto tempo", disse Owens.
Ele acrescenta que a corrente baixa que alimenta a lâmpada de 60 watts pode ter prolongado sua vida, mas ninguém descobriu porque ela continua brilhando. E Owens afirma que cientistas de todos os Estados Unidos já foram ver a lâmpada.
A lâmpada entrou para o livro Guinness World Record e já virou atração turística de Livermore.
Fabricada a mão
"A lâmpada foi criada por um inventor chamado Adolphe Chaillet, que foi convidado pelo governo do Estado de Ohio para fundar uma fábrica de lâmpadas no século dezenove. Ele aceitou o convite e criou uma lâmpada especial", um presente para os bombeiros, afirmou Steve Bunn, que faz parte do comitê do centenário.
Bunn disse que, no começo pensou que a lâmpada centenária era um objeto comum, mas depois descobriu que ela custou muito mais do que as outras e sua fabricação, à mão, deu muito mais trabalho.
E a lâmpada famosa já demonstra isto na aparência de seus filamentos.
"A primeira coisa que fiz quando olhei para cima foi notar que o filamento escrevia a palavra 'no' (não, em inglês). Mas, então, olhei de outro jeito e vi que de fato ela dizia 'on', (ligada em inglês)", conta Steve Bunn.
Os 110 anos da lâmpada dos bombeiros de Livermore são comemorados em junho.
Fonte: http://www.inovacaotecnologica.com.br/noticias/noticia.php?artigo=lampada-fabricada-mao&id=030175110616&ebol=sim
Terceira Edição do Engenharíadas PR será em Guarapuava
A Liga Esportiva das Engenharias do Paraná (LEEP) em parceria com a Euphoria Marketing e Eventos realizará nos dias 23, 24, 25 e 26 de junho de 2011 a terceira edição do Engenharíadas. Trata-se do maior evento esportivo de iniciativa acadêmica do sul do país, tendo como objetivos fundamentais o incentivo ao esporte e a integração entre os estudantes das principais universidades do Paraná.
Este ano, o evento será realizado na cidade de Guarapuava e os jogos irão ocorrer em diversas praças esportivas municipais com a disputa de vinte e uma modalidades olímpicas.
Com seus mais de três mil estudantes de todo o estado, o Engenharíadas Paranaense deve movimentar direta e indiretamente diversos setores da economia local, uma vez que, utiliza leitos em hotéis, restaurantes, lanchonetes, taxis, entre outros durante os quatro dias de evento, gerando divisas que atingem toda a população da cidade sede dos jogos, além de divulgar o nome do município de Guarapuava para todo o Estado.
O evento é realizado com o apoio da Secretaria de Esportes de Guarapuava. Ao todo, dezoito faculdades irão participar, sendo elas PUC Curitiba, PUC Londrina, UEL, UEM, UEPG, UFPR, UFSC, Unicentro, Unioeste Cascavel, Unioeste FOZ, Unipositivo, UTFPR Cornélio, UTFPR Curitiba, UTFPR Londrina, UTFPR Medianeira, UTFPR Pato Branco, UTFPR Ponta Grossa, UTFPR Toledo.
O evento dá atenção às questões sociais. A organização pretende realizar uma doação de alimentos no montante de aproximadamente dez toneladas que devem ser entregues a instituições beneficentes de Guarapuava sob indicação da secretaria de esportes.
Além do esporte, o encontro promove a cultura. O evento terá três festas oficiais com diversos artistas da música brasileira, tais como, Grupo Molejo, Monobloco, Mr. Catra, entre outros.
Maiores informações podem ser encontradas no site www.engenhariadaspr.com.br ou através do telefone (44) 3024 9092.
Este ano, o evento será realizado na cidade de Guarapuava e os jogos irão ocorrer em diversas praças esportivas municipais com a disputa de vinte e uma modalidades olímpicas.
Com seus mais de três mil estudantes de todo o estado, o Engenharíadas Paranaense deve movimentar direta e indiretamente diversos setores da economia local, uma vez que, utiliza leitos em hotéis, restaurantes, lanchonetes, taxis, entre outros durante os quatro dias de evento, gerando divisas que atingem toda a população da cidade sede dos jogos, além de divulgar o nome do município de Guarapuava para todo o Estado.
O evento é realizado com o apoio da Secretaria de Esportes de Guarapuava. Ao todo, dezoito faculdades irão participar, sendo elas PUC Curitiba, PUC Londrina, UEL, UEM, UEPG, UFPR, UFSC, Unicentro, Unioeste Cascavel, Unioeste FOZ, Unipositivo, UTFPR Cornélio, UTFPR Curitiba, UTFPR Londrina, UTFPR Medianeira, UTFPR Pato Branco, UTFPR Ponta Grossa, UTFPR Toledo.
O evento dá atenção às questões sociais. A organização pretende realizar uma doação de alimentos no montante de aproximadamente dez toneladas que devem ser entregues a instituições beneficentes de Guarapuava sob indicação da secretaria de esportes.
Além do esporte, o encontro promove a cultura. O evento terá três festas oficiais com diversos artistas da música brasileira, tais como, Grupo Molejo, Monobloco, Mr. Catra, entre outros.
Maiores informações podem ser encontradas no site www.engenhariadaspr.com.br ou através do telefone (44) 3024 9092.
TELHADOS BRANCOS PODEM ESQUENTAR NÃO ESFRIAR
A pintura de todos os telhados da cidade de São Paulo de branco pode provocar o efeito contrário daquele que se espera.
Os defensores da medida pretendem, entre outros objetivos, minimizar a absorção de calor e, consequentemente, reduzir o consumo de energia com o uso de ventiladores e ar-condicionado e reduzir o efeito de ilha de calor urbana.
Um Projeto de Lei a respeito já foi aprovado em primeira votação na Câmara Municipal de São Paulo no fim de 2010.
Mas o tiro pode sair pela culatra porque as tintas imobiliárias comuns, à base de água, são muito suscetíveis à colonização por fungos filamentosos, conhecidos como mofo ou bolor, assim como algas e cianobactérias.
Esses microorganismos causam o escurecimento de telhados e, consequentemente, o aumento da temperatura interna e do consumo de energia dos imóveis.
E se essas tintas forem aplicadas diretamente nos telhados, sem a completa remoção dos fungos do local, esses microrganismos poderão crescer de forma muito mais acelerada entre as camadas de tinta.
É o que apontam estudos realizados no Departamento de Engenharia de Construção Civil da Escola Politécnica da Universidade de São Paulo (USP).
Veja essa notícia na íntegra no site: http://www.inovacaotecnologica.com.br/noticias/noticia.php?artigo=telhados-brancos-esquentar-nao-esfriar&id=010125110506
Os defensores da medida pretendem, entre outros objetivos, minimizar a absorção de calor e, consequentemente, reduzir o consumo de energia com o uso de ventiladores e ar-condicionado e reduzir o efeito de ilha de calor urbana.
Um Projeto de Lei a respeito já foi aprovado em primeira votação na Câmara Municipal de São Paulo no fim de 2010.
Mas o tiro pode sair pela culatra porque as tintas imobiliárias comuns, à base de água, são muito suscetíveis à colonização por fungos filamentosos, conhecidos como mofo ou bolor, assim como algas e cianobactérias.
Esses microorganismos causam o escurecimento de telhados e, consequentemente, o aumento da temperatura interna e do consumo de energia dos imóveis.
E se essas tintas forem aplicadas diretamente nos telhados, sem a completa remoção dos fungos do local, esses microrganismos poderão crescer de forma muito mais acelerada entre as camadas de tinta.
É o que apontam estudos realizados no Departamento de Engenharia de Construção Civil da Escola Politécnica da Universidade de São Paulo (USP).
Veja essa notícia na íntegra no site: http://www.inovacaotecnologica.com.br/noticias/noticia.php?artigo=telhados-brancos-esquentar-nao-esfriar&id=010125110506
Lampada fabricada a mão está acesa mais de 100 anos
Uma lâmpada em uma central de bombeiros na Califórnia está acesa há 110 anos e ninguém sabe como ou por que ela ainda não parou de funcionar.
A lâmpada foi acesa em 1901 na cidade de Livermore, norte da Califórnia e foi apagada apenas por alguns cortes de energia e a mudança de prédio dos bombeiros em 1976.
A lâmpada famosa e misteriosa tem até um comitê formado em seu centenário. O presidente é o chefe de divisão dos bombeiros aposentado, Lynn Owens.
"Ninguém sabe como é possível uma lâmpada funcionar por tanto tempo", disse Owens.
Ele acrescenta que a corrente baixa que alimenta a lâmpada de 60 watts pode ter prolongado sua vida, mas ninguém descobriu porque ela continua brilhando. E Owens afirma que cientistas de todos os Estados Unidos já foram ver a lâmpada.
A lâmpada entrou para o livro Guinness World Record e já virou atração turística de Livermore.
Fabricada a mão
"A lâmpada foi criada por um inventor chamado Adolphe Chaillet, que foi convidado pelo governo do Estado de Ohio para fundar uma fábrica de lâmpadas no século dezenove. Ele aceitou o convite e criou uma lâmpada especial", um presente para os bombeiros, afirmou Steve Bunn, que faz parte do comitê do centenário.
Bunn disse que, no começo pensou que a lâmpada centenária era um objeto comum, mas depois descobriu que ela custou muito mais do que as outras e sua fabricação, à mão, deu muito mais trabalho.
E a lâmpada famosa já demonstra isto na aparência de seus filamentos.
"A primeira coisa que fiz quando olhei para cima foi notar que o filamento escrevia a palavra 'no' (não, em inglês). Mas, então, olhei de outro jeito e vi que de fato ela dizia 'on', (ligada em inglês)", conta Steve Bunn.
Os 110 anos da lâmpada dos bombeiros de Livermore são comemorados em junho.
Fonte: http://www.inovacaotecnologica.com.br/noticias/noticia.php?artigo=lampada-fabricada-mao&id=030175110616&ebol=sim
A lâmpada foi acesa em 1901 na cidade de Livermore, norte da Califórnia e foi apagada apenas por alguns cortes de energia e a mudança de prédio dos bombeiros em 1976.
A lâmpada famosa e misteriosa tem até um comitê formado em seu centenário. O presidente é o chefe de divisão dos bombeiros aposentado, Lynn Owens.
"Ninguém sabe como é possível uma lâmpada funcionar por tanto tempo", disse Owens.
Ele acrescenta que a corrente baixa que alimenta a lâmpada de 60 watts pode ter prolongado sua vida, mas ninguém descobriu porque ela continua brilhando. E Owens afirma que cientistas de todos os Estados Unidos já foram ver a lâmpada.
A lâmpada entrou para o livro Guinness World Record e já virou atração turística de Livermore.
Fabricada a mão
"A lâmpada foi criada por um inventor chamado Adolphe Chaillet, que foi convidado pelo governo do Estado de Ohio para fundar uma fábrica de lâmpadas no século dezenove. Ele aceitou o convite e criou uma lâmpada especial", um presente para os bombeiros, afirmou Steve Bunn, que faz parte do comitê do centenário.
Bunn disse que, no começo pensou que a lâmpada centenária era um objeto comum, mas depois descobriu que ela custou muito mais do que as outras e sua fabricação, à mão, deu muito mais trabalho.
E a lâmpada famosa já demonstra isto na aparência de seus filamentos.
"A primeira coisa que fiz quando olhei para cima foi notar que o filamento escrevia a palavra 'no' (não, em inglês). Mas, então, olhei de outro jeito e vi que de fato ela dizia 'on', (ligada em inglês)", conta Steve Bunn.
Os 110 anos da lâmpada dos bombeiros de Livermore são comemorados em junho.
Fonte: http://www.inovacaotecnologica.com.br/noticias/noticia.php?artigo=lampada-fabricada-mao&id=030175110616&ebol=sim
segunda-feira, 27 de junho de 2011
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